segunda-feira, 26 de novembro de 2012

SEPLAG RESPONDE SOBRE PAGAMENTO DO 13º SALÁRIO DOS SERVIDORES




Resposta ao protocolo: 118270‏



Resposta:
Prezado senhor  Jorge Luiz Batista do Nascimento,
Encaminhamos-lhe esta correspondência em resposta a sua mensagem enviada em 25/11/2012, sobre pagamento de 13º salário aos servidores do Governo do Estado de Minas Gerais, referente ao protocolo 118270.
O Governador Antonio Anastasia assegurou o pagamento do 13º salário aos seus servidores para o dia 15 de dezembro de 2012.
Atenciosamente,
Equipe de Atendimento
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão - Seplag

domingo, 25 de novembro de 2012


DIANTE DA REPORTAGEM ABAIXO RESOLVEMOS QUESTIONAR A 
QUAL É A PREVISÃO PARA O PAGAMENTO DO 13º  SALÁRIO DOS SERVIDORES, E AINDA SOLICITAMOS  INFORMAR QUAL É A VERACIDADE DA MATÉRIA VEICULADA ABAIXO.
QUESTIONAMENTO FEITO PELO SITE DO GOVERNO EM DATA DE 25/11/2012 PROTOCOLO DE NR 118270.

JORGE LUIZ, 2º SGT QPR

QUANDO SERÁ PAGO O 13º SALÁRIO DO FUNCIONALISMO PUBLICO DE MINAS GERAIS.



Apenas sete estados têm dinheiro para o 13º salário.

MINAS ESTÁ NO VERMELHO.

Nelson Barbosa descobre que somente sete governos do Brasil governos têm verba para pagamento do 13º salário dos servidores

por Leandro Mazzini

fonte | A A A
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, tem um levantamento preocupante sob sigilo. Compilou dados enviados pelos governadores, e com declarações dos próprios descobriu que só sete governos têm dinheiro em caixa para pagamento do 13º salário dos servidores. Dois casos são emblemáticos: Santa Catarina, ainda em déficit de caixa, se livrou do problema porque pagou parte em Julho. Também no vermelho, o governo de Minas não sabe de onde tirar dinheiro.
Pires na mão
Os governadores fizeram fila nos últimos dois meses na Fazenda implorando nova renegociação de dívidas ou empréstimos para tentar sanar o problema. Em vão.
Cada um por si
Ninguém sabe o que vai acontecer. Com o silêncio do governo federal, os governadores perceberam que terão de se virar para pagar, mesmo que parcelem em várias vezes.

FONTE: www.colunaesplanada.com.br

sábado, 24 de novembro de 2012

Escassez de policiais civis em Lafaiete motiva reunião. Comissão de Direitos Humanos promove audiência pública sobre o tema nesta quarta (28), às 9 horas, no Auditório da ALMG.

Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais




Discutir a escassez de pessoal da Polícia Civil de Minas Gerais, em especial em Conselheiro Lafaiete (Central) e região. Esse é o objetivo de uma audiência pública que será promovida pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, nesta quarta-feira (28/11/12), às 9 horas, no Auditório.
De acordo com o deputado Durval Ângelo (PT), autor do requerimento para a reunião, em Lafaiete e região, a prestação do serviço da polícia judiciária corre o risco de estar comprometida em razão da falta de operadores. “Devido à alta demanda reprimida na unidade, muitos servidores adoecem e têm direitos laborais comprometidos e direitos humanos violados”, ressaltou.

Em ofício encaminhado à Comissão, o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado (Sindpol), Denilson Aparecido Martins, relatou que, em Lafaiete, há pouco mais de 20 policiais para atendimento, que se alternam em regime de expediente e plantão. A cidade conta com mais de 165 mil habitantes. “A solução seria um concurso público e um redimensionamento do quadro de efetivo da instituição, porém, até o momento, o poder executivo não sinalizou nenhum projeto ou programa de atenção à essa causa”, destacou.
Convidados – Foram convidados para a reunião o juiz diretor do foro da comarca de Conselheiro Lafaiete, José Aluísio Neves da Silva; o juiz de direito da 2ª Vara Criminal e Execuções Criminais de Lafaiete, Paulo Roberto da Silva; o chefe da Polícia Civil, da Secretaria de Estado de Defesa Social, Cylton Brandão da Matta; o comandante do 31º Batalhão de Polícia Militar - 13ª Região da PM de Minas, Flávio Cristino Pires; o delegado da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Conselheiro Lafaiete, Raphael Barreto Couto; o chefe do 13º Departamento de Polícia Civil de Barbacena, Pedro Antônio Mendes Loureiro; a promotora da 7ª Promotoria de Justiça de Conselheiro Lafaiete, Andréa Cristina Caldas de Santiago; o promotor da 3ª Promotoria de Justiça de Lafaiete, Fábio Ordones Martins da Costa; o promotor da 1ª Promotoria de Justiça de Lafaiete, Carlúcio Fleurs Dias; e o presidente do Sindpol, Denilson Aparecido Martins.

Família pede justiça pela morte de Paulo Joaquim de Souza Morto com um tiro na cabeça, ele teria sido vítima de um suposto crime com motivação política, em Ribeirão das Neves.

Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais







Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais vai solicitar à Polícia Civil do Estado informações sobre a investigação da morte de Paulo Joaquim de Souza, de 35 anos. O anúncio foi feito na noite desta quinta-feira (22) pelo deputado João Leite (PSDB) e pela deputada Maria Tereza Lara (PT), em visita à casa dos familiares da vítima, em Ribeirão das Neves, Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Paulo foi morto com um tiro na cabeça no dia 6 de outubro, em um suposto atentado com motivação política. Ele era cabo eleitoral da ex-candidata do PSDB à prefeitura de Ribeirão das Neves, Gláucia Brandão, e estava em um dos carros que transportava militantes do partido e que foi alvejado por um terceiro veículo às vésperas do pleito eleitoral. As causas do crime, porém, ainda não foram apuradas.
Bastante emocionada, a viúva de Paulo, Edvânia Lopes Correia Souza, reclamou da falta de informações sobre a investigação do assassinato do marido. Casados por oito anos, eles tiveram uma filha de dois anos e meio que, segundo ela, tem sentido muito a falta do pai. A mãe da vítima, Tereza Soares de Souza, cobrou justiça e pediu aos parlamentares ajuda para não deixar que a morte do filho fique impune. "Eles destruíram uma família inteira", completou a irmã de Paulo, Luciana Aparecida Soares de Souza.
Gláucia Brandão elogiou a intervenção da ALMG no caso e sugeriu que as testemunhas do atentado fossem ouvidas. O deputado João Leite está avaliando a possibilidade de solicitar audiência pública para tratar do assunto. “Vamos cobrar do Estado que identifique e puna os agressores”, declarou. A deputada Maria Tereza Lara defendeu uma apuração rigorosa do crime. “Não podemos aceitar de forma alguma a violência. A vida é um bem prioritário do qual não podemos abrir mão”, afirmou.
Nesta sexta-feira (23), às 10h30, a Comissão visita Ana Cristina Franco Pimentel, mãe do estudante Fábio Pimentel Fraiha, que morreu em um acidente de trânsito ocorrido em setembro de 2012, em Belo Horizonte. Na ocasião, o carro de Fábio foi atingido por outro veículo, que era conduzido por um motorista que apresentava sintomas de embriaguez.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

"se CPI abrir as contas, o Brasil cai”, disse, com razão, Paulo Vieira

VEM AI O JULGAMENTO DO MENSALÃO MINEIRO DO PSDB.



Oenredo da CPI do Cachoeira era poderoso, mas apenas pequena parte dessa novela foi encenada. Enredo com corrupção da grossa. Com uso de dinheiro público, com governadores da oposição e da situação envolvidos e, até, com capítulos de paixão e amor. CPI que teve a habitual musa. No caso, Andressa Mendonça; num sinal dos tempos, a musa é mulher do réu, Cachoeira, que deu nome a essa novela de quinta categoria.
Novela de quinta porque a CPI sequer ouviu o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). Aquele das noitadas e festas com guardanapos em Paris e cercanias.
Sérgio Cabral, amigo de Fernando Cavendish. E Cavendish é o dono da Delta, principal locação dessa novela. Uma novela barata mas, ao mesmo tempo, uma novela muito cara.
Até os guardanapos de Paris sabem que a empreiteira tinha obras e estreitas relações em mais de 20 estados. Pegaram Marconi Perillo, governador de Goiás, do PSDB. Entre outros 45, a CPI vai recomendar o indiciamento do tucano.
E preservaram Agnelo Queiroz, governador do PT em Brasília. E, óbvio, as investigações mal arranharam os tentáculos desse polvo esparramado pelo Brasil.
O relatório de Odair Cunha (PT-MG), ainda a ser votado, vai pedir investigação sobre o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, acusado de paralisar investigações da Polícia Federal na Operação Vegas, de 2008.
 
A oposição, mas não apenas, dirá que isso é retaliação por Gurgel ter feito as alegações finais na denúncia do chamado "mensalão do PT".
 
A situação dirá que, ao emitir opiniões eleitorais durante a reta final do julgamento e da última eleição, Gurgel buscava uma vacina; porque sabia que seria investigado. Investigado pelo que governistas, mas não apenas, viram como vistas grossas no caso da Operação Vegas.
 
Paulo Vieira de Souza, também conhecido como "Paulo Preto" desde a campanha presidencial de 2010, é ex-diretor da Dersa em São Paulo, no governo José Serra. Paulo Vieira, que depos na CPI, resume essa novela com uma clareza espantosa. Em entrevista à revista Piaui, Paulo Vieira pergunta:
 
- Por que a CPI proibiu a abertura das contas do eixo Rio-São Paulo? Só vai poder (abrir as contas) de Brasília e Goiás…
 
E Paulo Vieira de Souza, engenheiro que conhece as entranhas do ramo, explica:
 
- Porque se abrir (as contas de Rio e São Paulo), o Brasil cai.
 
Nada mais seria preciso dizer, além de acrescentar que, certamente, contas não apenas de Rio e São Paulo. Mas, diga-se, para alguns feitos serviu a CPI.
 
A CPI que foi do Cachoeira e deveria ser de tantos outros serviu para desmascarar a farsa encenada pelo ex-senador do DEM, agora cassado, Demóstenes Torres.
 
Demóstenes, como se recorda, escalado pelos amigos, e por anos, para o papel deO Probo, O Faxineiro da República.
 
A propósito, da CPI vazou que será pedido o indiciamento e/ou a investigação de um lote de jornalistas, entre eles Policarpo Júnior, da revista Veja.
 
Pedir, vazar que quer, é uma coisa, mas conseguir consenso e votos para aprovar é outra. De qualquer forma, nesse caso todo é de se prever muito pano pra pouca manga.
 
Por fim, mas não por último. Antes de passar a presidir o Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa fez um gesto derradeiro. Determinou que em 40 dias juízes federais ouçam oito testemunhas do chamado "mensalão do PSDB".
 
O Ministério Público Federal (MPF) entende que o "mensalão do PSDB mineiro" foi um esquema que vigorou em 1998, durante a campanha de reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB) para o governo de Minas Gerais.
 
O ex-governador Eduardo Azeredo, hoje deputado federal pelo mesmo PSDB, e outras 14 pessoas foram denunciadas em 2007.
 
Barbosa não dirá isso em público, mas entende existir má vontade, ou ao menos desleixo, para se investigar e julgar o chamado "mensalão tucano". Por isso, gesto tão simbólico. O tempo dirá se tudo quedará apenas no simbólico.
 
Até pela necessidade sentida por Joaquim Barbosa para esse derradeiro gesto antes de assumir a presidência do STF, e da simbologia por ele buscada, pode-se dizer que, nesse caso, o que se teve desde 1998 até agora foi muita manga pra pouco pano.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Joaquim Barbosa diz que há 'grande déficit de Justiça' entre os brasileiros











BRASÍLIA - No discurso de posse, o novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Joaquim Barbosa, afirmou que há "um grande déficit de Justiça" entre os brasileiros e que nem todos são tratados da mesma forma quando procuram os serviços do Poder Judiciário. "É preciso ter honestidade intelectual para dizer que há um grande déficit de justiça entre nós. Nem todos os brasileiros são tratados com igual consideração quando busca o serviço público da Justiça. O que se vê aqui e acolá, nem sempre, é claro, é o tratamento privilegiado, o by-pass (ignorar, em inglês), a preferência desprovida sem qualquer fundamentação racional", disse.
Joaquim Barbosa afirmou que aspira a um Judiciário "sem firulas, floreios e rapapés". "Buscamos um Judiciário célere e justo", destacou. Para o novo presidente do STF e do CNJ, de nada adianta um sistema sofisticado de Justiça informatizado ou prédios suntuosos se a Justiça não presta os seus serviços em prazo razoável. Caso isso não ocorra, destacou Barbosa, o Brasil pode "afugentar" investimentos essenciais para a economia.
"(É preciso) Tornar efetivo o princípio constitucional da razoável duração do processo. Se não observada estritamente e em todos os quadrantes do Judiciário nacional, (a demora) suscitará em breve o espantalho capaz de afugentar os investimentos de que tanto necessita a economia nacional", afirmou.
O presidente do STF disse que, nos últimos 60 anos, o Brasil foi ungido da condição de "de quase pária" das nações para frequentar o seleto grupo das nações que podem servir de modelo para outras, com instituições sólidas. O ministro ressaltou que, nesse contexto de uma economia moderna e uma sociedade dinâmica, o juiz não pode se manter "distante" e "indiferente", alheio aos valores e anseios sociais. "O juiz é um produto do seu meio e do seu tempo. Nada mais indesejado e ultrapassado o juiz que está isolado e encerrado, como se estivesse numa torre de marfim", afirmou.
Joaquim Barbosa fez questão de ressaltar a necessidade de que se mantenha a independência dos juízes, "figuras tão esquecidas às vezes". E pediu para os magistrados de primeira instância que não recorram aos laços políticos para subir na carreira. "Nada justifica, a meu sentir, a pouco edificante busca de apoio para uma singela promoção de um juiz do primeiro para ao segundo grau de jurisdição", disse.
Na fala de pouco mais de 15 minutos e na qual em nenhum momento mencionou o processo do mensalão, ação que lhe deu notoriedade pública por ser relator, o presidente do STF tratou como "muito bom" e "muito positivo" a maior inserção da Corte e do restante do Poder Judiciário na vida dos brasileiros. Barbosa concluiu o discurso, sob aplausos, cumprimentando sua "querida mãezinha", Benedita Gomes da Silva, seu filho, irmãos e os "queridos amigos estrangeiros" que prestigiaram a posse dele.

POLÍCIA FEDERAL NÃO TEM COMO GARANTIR SEGURANÇA NA COPA DO MUNDO.




 




A presidente do Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal, Leilane Ribeiro de Oliveira, disse que não há servidores suficientes para garantir a segurança da Copa das Confederações, em 2013, e da Copa do Mundo de 2014. Segundo ela, não há como garantir a segurança nem mesmo de um encontro religioso previsto para o ano que vem no Rio de Janeiro. Leilane participa de audiência pública da Comissão de Segurança Pública.
"No Panamericano, nós tivemos sorte", disse Leilane. Ela afirmou que, nos Jogos Panamericanos, cerca de 300 servidores foram deslocados de todo o País para o Rio.
Segundo ela, é preocupante o fato de nenhuma das categorias da Polícia Federal estar satisfeita atualmente , nem delegados, nem peritos, nem servidores administrativos, nem os escrivães, ou agentes e papiloscopistas.

"O que hoje acontece é desvio de funções e terceirização da atividade policial. Terceirizados são contratados como recepcionistas e desviados da função, inclusive exercendo atividade policial. O governo diz que prioriza as fronteiras, mas até policiais da área de fronteira foram deslocados para serviços administrativos em Brasília", afirmou.
Leilane disse também que a falta de definição das atribuições dos servidores da PF existe há décadas e que o problema precisa ser resolvido com urgência.
Fonte:  Agência Câmara

sábado, 17 de novembro de 2012

Sindicato manifesta apoio à delegada que provocou PCC e criticou secretário


O Sindpesp (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) manifestou apoio à delegada de Sorocaba, no interior do Estado, que criticou o secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, e provocou a facção criminosa Primeiro Comando da Capital, usando um adesivo no carro com a inscrição: "Vem PCC tô facinha pra você! Se o secretário de Segurança não tá nem aí, eu me preocupo. Poupe pais, mães de família e o coitado do povo inocente".

Nesta sexta-feira (16), o presidente do sindicato, George Melão, teve uma reunião com a policial, que corre o risco de ser punida administrativamente pelo ato. Na opinião do presidente, nenhuma pena deveria ser aplicada à delegada.
— Ela pode sofrer uma sanção menor, se a Corregedoria (da Polícia Civil) entender que o ato praticado não teve relevância em relação à administração. Pode levar uma advertência, uma repreensão, uma suspensão ou até mesmo chegar à exoneração. Mas acreditamos que nenhuma pena pode ser aplicada a ela. Este é o posicionamento do sindicato. Ela não fez nenhuma agressão à administração com a palavra dela. Vamos dar apoio jurídico e pessoal.

Apesar de sair em defesa da colega, George Melão criticou a iniciativa.
— O sindicato está preocupado com a segurança dela e não gostou dessa exposição. Entendemos que há entidades de classe que podem falar por ela. Neste momento, não podemos agir isoladamente. Se agirmos isoladamente, não teremos força. Com esse ato, ela colocou em risco a própria vida.
Segundo o presidente do sindicato, a delegada está "decepcionada com a administração pública".
— Ela ficou indignada com a atitude da administração e nós também. No momento em que a pessoa mais precisa de apoio, a administração quer punir. O termo corregedoria vem de corrigir. E corrigir não significa punir. Significa orientar, colocar no devido lugar, fazer a correção.

Chamar a atenção

De acordo com o representante da entidade, o adesivo foi a forma encontrada pela delegada para chamar a atenção do governo e da população. Nas últimas semanas, o Estado vem enfrentando uma onda de violência, que atinge especialmente a capital e a Região Metropolitana.

— Ela falou que está muito angustiada e que gostaria de fazer alguma coisa, mas se sentiu impotente diante da precariedade da segurança pública. 
Entendemos que o ato de revolta que ela praticou está no interior de todo cidadão paulista. Todos nós estamos revoltados com a segurança pública de São Paulo. Todos estamos descontentes com os rumos que a violência está tomando. 
Ela demonstrou a indignação dela. Ela não xingou ninguém, não desmereceu ninguém. Ela falou a pura verdade.

Na visão do sindicalista, o descontentamento da policial é compartilhado por outros integrantes da categoria.  
— A atitude tomada por ela, muita gente tem vontade de fazer. Nós, policiais, estamos revoltados, estamos nos sentindo inseguros, ameaçados, sentindo que a morte está batendo na nossa porta. Fonte: Blog do Ronald Coelho

terça-feira, 13 de novembro de 2012

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

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domingo, 11 de novembro de 2012

ASSASSINATO DE POLICIAL MILITAR CUSTA R$ 600,00




Policiais paulistas estão sendo assassinados por quantias ínfimas. Meros R$ 600 ou R$ 850, devidos por alguma quadrilha ao Primeiro Comando da Capital (PCC), a maior facção criminal dos presídios brasileiros. Isso não é teoria, mas realidade, comprovada em investigações.

A possibilidade de que dívidas na compra de drogas ou armas sejam anistiadas pela facção, mediante o assassinato de policiais, foi flagrada por promotores de Justiça do Grupo Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Em telefonemas desde uma penitenciária do oeste daquele Estado, grampeado pelo Ministério Público, bandidos lembram a quadrilheiros a necessidade de pagar a mensalidade do Partido do Crime (como é chamado o PCC). Uma das formas, para os que estão na rua, é matar policiais.

É por isso que drogados em dívida podem estar por trás da onda de assassinatos que já ceifou a vida de 90 PMs, três agentes penitenciários e dois policiais civis este ano. Grande parte das mortes é encomenda do PCC, apontam investigações.

Um dos que ordenaram a morte de seis policiais militares é Roberto Soriano, o Betinho Tiriça, que passou a outros presidiários bilhetes encomendando o assassinato de integrantes das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), a tropa de elite da PM paulista
 
Tiriça, que está trancafiado em cela isolada em Presidente Bernardes, em presídio a mais de 600 quilômetros da capital paulista, quer vingança por duas matanças cometidas por policiais da Rota este ano. A primeira, em agosto, quando seis assaltantes foram metralhados ao tentarem explodir caixas-eletrônicos em um supermercado. A outra, em setembro, quando a tropa de elite matou nove criminosos que se preparavam para "julgar" um suspeito de estupro, em Várzea Paulista (Grande São Paulo).
 
A grande prova material contra os atentados praticados pelo PCC veio em 30 de outubro, quando a PM localizou o que chamou de "central de espionagem" do Partido do Crime em Paraisópolis, uma das maiores favelas paulistanas. Foi localizada uma mala com anotações feitas pelo bando de Francisco Antônio Cesário da Silva, o Piauí, um dos líderes do PCC. Ela estava recheada com cadernos nos quais havia nomes, endereços e hábitos de policiais civis e militares

Ficou comprovado, pelos manuscritos, que os policiais eram seguidos por criminosos, que sabiam o percurso dos agentes e até seus hábitos, como jogo de futebol e sinuca. A motivação para os assassinatos é diversificada. Alguns policiais seriam eliminados por atrapalhar, no serviço, ações do PCC. Outros, por estarem envolvidos na morte de integrantes da facção. E, conforme investigações, alguns por cobrarem suborno em área controlada pelo Partido do Crime. Um quarto grupo é composto de policiais de rua, que seriam eliminados por serem alvos fáceis e como retaliação, aleatória, contra outros agentes que prejudicaram o PCC.
A apreensão da lista só aconteceu porque a comunidade foi tomada pelos policiais militares, num cerco denominado Operação Saturação. Ela ocorre em quatro regiões da periferia da Capital e Grande São Paulo.
Numa tentativa de neutralizar as ameaças, o governo estadual e o governo federal combinaram o isolamento de Piauí. Ele foi transferido de Avaré (SP) para a Penitenciária Federal de Porto Velho (Rondônia).
ENTREVISTA: Sargento jurado de morte pelo PCC
Sargento com 36 anos de serviço, Schmidt (foto, no detalhe) é um dos 40 policiais militares jurados de morte pelo PCC. Sua rotina estava descrita em minúcias nos manuscritos apreendidos num QG da facção, na favela de Paraisópolis. Acompanhe entrevista exclusiva a ZH:

Zero Hora — Como o senhor recebeu a notícia de que está marcado para morrer?

Sargento Schmidt – Cara... nunca fui de ter medo. Convivi no meu bairro com os "malas" (assaltantes), eles na deles, eu na minha. Agora, os noias (viciados) que devem para o Partido (PCC) devem ter entregue minha rotina. Alguma dívida, que tem de ser paga com sangue. Meu sangue, veja só. Logo eu, que ando na linha. Tem muito policial sem-vergonha, mas eu não sou. Nunca me corrompi.
FONTE: ZERO HORA